Limitar expansão dos gastos não é tesouraço
Na minha coluna anterior aqui na Folha, defendi um ajuste fiscal de cerca de 2 pontos percentuais do PIB (Produto Interno Bruto) até 2030 -de um déficit primário de 0,5% do PIB em 2026 para um superávit de 1,5%- , condição para estabilizar a dívida bruta no médio prazo, hoje já…
Ler matéria completa em Folha de S.Paulo – Em cima da hora ↗
Conteúdo originalmente publicado por Folha de S.Paulo – Em cima da hora. O Agregador reúne e organiza manchetes; a matéria completa pertence ao veículo de origem.



